PARA O MEIO AMBIENTE E SANEAMENTO

A Força de quem pensa no estado e no futuro do planeta.

sabe da importância do desenvolvimento sustentável. A prova disso é o fechamento do Aterro de Gramacho,  uma das mais importantes conquistas para a história ambiental da cidade. Por isso, de olho no futuro do planeta, Eduardo vai investir firme em saneamento, priorizando a Baixada Fluminense e São Gonçalo. Também vai erradicar os lixões, modernizar a gestão de parques e recursos naturais e revitalizar a Baía de Guanabara.  

Veja as metas

  • 1

    Coordenar diretamente as ações do Governo do Estado e dos municípios do entorno da Baía de Guanabara para uma recuperação acelerada da Baía, incluindo saneamento, ocupação urbana e a gestão dos recursos naturais. Estimular parcerias com instituições para produzirem conhecimento sobre a Baía de Guanabara, como o mapeamento ambiental e promover ações de sustentabilidade, despoluição e proteção da cobertura vegetal e da vida animal.

  • 2

    A expansão do saneamento exige grandes investimentos. O atual modelo está esgotado e a crise fiscal dificulta o financiamento pelo orçamento público. Há experiências de êxito no Brasil e no Mundo a partir da concessão de serviços públicos e de parcerias público-privadas. Não é necessária a privatização da Cedae, mas sim sua modernização, com foco em resultados e valorizando a meritocracia. Cada localidade possui características particulares e não há solução única. Serão estudados e implementados modelos para acelerar o saneamento no Estado.

  • 3

    Priorizar a expansão do saneamento na Baixada Fluminense e em São Gonçalo, onde é possível levar água e esgoto para 5 milhões de pessoas. Criar programa de preservação de recursos hídricos voltado para a redução do desperdício e da contaminação da água.

  • 4

    Erradicar os lixões no Estado do Rio de Janeiro, a partir da adoção de tecnologias ambientalmente adequadas de gestão de resíduos e apoiar os municípios a fazerem uma administração adequada conforme as boas práticas e a instrução da legislação ambiental. A formação e apoio a consórcios intermunicipais está entre os instrumentos a serem utilizados para tratamento e ampliação da reciclagem de lixo.

  • 5

    Modernizar a administração das unidades de conservação e dos parques estaduais, ampliando recursos e utilizando tecnologias inovadoras de planejamento e de gestão ambiental; estimular a formação de parcerias como setor privado para a revitalizar e equipar as unidades; intensificar a coordenação com o governo federal e municipal para a proteção do patrimônio ambiental no Estado do Rio. Promover corredores ecológicos conectando áreas de proteção ambiental, valorizando os biomas e proporcionando o deslocamento de animais e a ampliação da cobertura de vegetação nativa.

  • 6

    Valorizar o patrimônio ambiental a partir do estabelecimento de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) para aumentar o replantio da cobertura vegetal. Trabalhar com os produtores rurais e a indústria florestal para promover o desenvolvimento econômico e a recuperação de pastos degradados.

  • 7

    Promover desenvolvimento da economia verde e buscar a redução das emissões de gases do efeito estufa. Estimular atividades econômicas com menor impacto ambiental e incentivar matrizes energéticas renováveis como eólica e solar.

  • 8

    Implantar políticas públicas para a proteção, defesa e bem-estar dos animais, em coordenação com os municípios.

Baixe todas as propostas